segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

1001 + 31 - Ensaio solícito para cavalo dócil


Quando eu morrer elevem
Meu corpo a uma nuvem
Que seja alheia, derradeira

De nenhuma maneira, pois
Pensem me atirar num poço
A vida me foi apenas esboço

8 comentários:

Felipe Terra disse...

Sempre para cima, por que a baixo vem gente...

Abraço Assis,
do Felipe.

Tania regina Contreiras disse...

O poeta que já mora no alto!
Beijos, querido.

Bípede Falante disse...

Me too!
Se não for pra ir para o infinito e além, podem me deixar por aqui mesmo.
Pra baixo é que não desço!!

beijoss

Wanderley Elian Lima disse...

Assim seu corpo ficará junto de sua alma, pois os poetas têm a alma nas nuvens.
Abração

Primeira Pessoa disse...

ô, zé de assis, a vida é bela.
nóis é que fod'ela!
toda vez que sonho que morri - ja aconteceu algumas vezes - e vejo que não é morte de verdade, fico muuuuuito feliz.

to aprendendo a reclamar menos.


abração,
r.

LauraAlberto disse...

e quando a chuva cair, nós te sentiremos

beijo Assis-chuva

eurico portugal disse...

tantos lugares acima dos nossos lugares - aqueles em que fomos; sobretudo os lugares em que jamais seremos.

abraço!

marcia lailin disse...

amei