terça-feira, 6 de novembro de 2012

1001 + 21 - Um breve registro para a incompletude das nuvens


No céu azulado venta apenas
Nenhuma palavra me aceita
Sujeito ermo, a coser vazios

7 comentários:

Tania regina Contreiras disse...


"Nenhuma palavra me aceita"...Espaço eterno e mágico esse aqui. Um fim sem fim. Adoro.
Beijos,

Bípede Falante disse...

coze os vazios para que eles se preencham com o seu talento!

beijoss

Állyssen disse...

A coser vaziO...

teca disse...

Sempre repleto de talento... ora ao vento...

Beijo e flor.

Rejane Martins disse...

mil e uns poemas a preencher vazios: e cá estamos.

Primeira Pessoa disse...

um grande pequeno poema.

sacumé?

ô, seu trem seguiu hoje.

beijão.

r.

Karinne Santiago disse...

uma sensação bem familiar...

Beijos!!!