segunda-feira, 10 de junho de 2013

1001 + 73 - Fragmento desperto para remendo em corda de violão II

Este amor que atravessa comigo
Carrega um deserto
O suplício de uma sede
Nem mesmo teu silêncio pode matá-lo

6 comentários:

Tania regina Contreiras disse...


Um poema-postal que carrega um oásis no ventre.

Beijos,

Lídia Borges disse...


"Remendo em corda de violão"

Que dizer?...

eurico portugal disse...

desertos e a mão que os percorre: terreno habitável sob o milagre da pele.

abraço!

Wanderley Elian Lima disse...

Amor não correspondido, ninguém merece.
Abraço

Cris de Souza disse...

Em dó maior!

André Foltran disse...

Belo, cara. Mui belo.