sexta-feira, 8 de março de 2013

1001 + 51 - ensaio sobre os destroços da linguagem


Rimbaud desistiu de escrever aos 20 anos
Goethe tinha o hábito de escrever em pé
Drummond gostava de picotar papel e tecido
Maiakovski sofria de transtorno de limpeza
Hemingway deu um tiro na própria cabeça
Neruda tinha a mania de colecionar insetos
Kafka só dormia com as janelas abertas
Mark Twain fumava desde os oito anos
Guimarães quase desmaiava ao ver sangue
Poe tinha aulas de matemática no cemitério
Tolstói aprendeu o esperanto em três horas
Luis Vaz de Camões era cego do olho direito
João Cabral e Jorge L. Borges ficaram cegos
Nunca se soube qual era o pé torto de Byron
Fernando Pessoa vaticinou em última frase:
"Eu não sei o que o amanhã trará"

7 comentários:

Wanderley Elian Lima disse...

Se cuida poeta rsrsrs
abração

Lídia Borges disse...


Curiosa lista! Tanta coisa que mal sabia.

Pessoa não sabia nada do amanhã, em véspera do nada.

Beijo meu

Verso Aberto disse...


ai jesuuuusssss

eurico portugal disse...

até porque amanhã é todo o tempo.

abraço!

p.s. apenas uma curiosidade: também eça escrevia de pé.

Primeira Pessoa disse...

e ainda tem você...
que só escreve de galocha e comendo biscoito de poesia.

eu quis dizer, de polvilho. rs

beijão, zé de assis.

marlene edir severino disse...

Amanha?

Mal sei desse instante.

Abraço, poeta!

Adriana Godoy disse...

Assis, li o que não tinha lido e me empolguei e me deliciei com todos!

Parabéns pelo conjunto da obra!


Beijo