quinta-feira, 14 de março de 2013

1001 + 53 - sonata para cravo e baixo contínuo


nenhuma palavra cálida
nem alma ávida
nenhum corpo dádiva

nenhuma rima impávida
nem lágrima grávida
nenhuma asa válida

10 comentários:

João Poeta disse...

Nenhum comentário, até...
Cheguei, mas não foi a pé...
Voei, quem me trouxe, a fé.
Agora vou tomar café.
Até...

Daniela Delias disse...

Tão,tão lindo!

Wanderley Elian Lima disse...

Mas uma dádiva de poema.
Abraço

Tania regina Contreiras disse...


Uma lágrima grávida: uaaaaauuuu! :-)

Beijos, poeta.

eurico portugal disse...

um pouco de nada para o tanto de tudo.

abraço, caro amigo!

Primeira Pessoa disse...

nenhuma palavra cala.
asa valida o poema.
tudo isto enquanto o zé de assis brinca de gangorra na pontinha das palavras.

Sandra Subtil disse...

um pouco de tudo no nada da vida

Verso Aberto disse...


é não abandonar
e crer que se é
cada um de seus nenhuns

Artes e escritas disse...

Visito o seu blog através do Wanderley Lima e encontro este poema coerente com o cravo e o baixo contínuo, é tão difícil assim como o poema é complexo. Sigo o seu blog. Um abraço, Yayá.

Andrea de Godoy Neto disse...

nenhuma asa válida se repete em mim como a ferida de um punhal...
asas me são sa(n)gradas

e o poema é belo :)

beijo