sábado, 17 de outubro de 2009

5 - Poema em contínua rédea

Entre cravos e claves
Vaguei o indefinido
espaço que me davas

Sou nada nesta estada
E perscruto o amanhã
Com inefável precisão

2 comentários:

Mai disse...

É nota cravada. Dissonantes poemas.
Abraços

Karinne Santiago disse...

belo belo belo!!