domingo, 17 de junho de 2012

983 - uma ponte qualquer para o aroma da nuvem


tens uma eternidade nos lábios
o gozo suave de saliva e sílaba
reinventando órbitas e línguas

o florir do canto em asas soltas
ária de vermelha clarividência
a entrega para tontas invenções

17 comentários:

Verso Aberto disse...

a carne das palavras
e seus aléns portais

abs Assis



(... e uns ...)

Lídia Borges disse...

Junto os poemas, cruzo os versos, as palavras, meço as sílabas, entrego-me a "tontas invenções" só para tentar descobrir como se chega ao "aroma da nuvem".

Tão bela poesia!

Lídia

Tania regina Contreiras disse...

Caminhando sobre ela (PONTE) e orando seus versos nesse domingo outonal!
Te ler: amo! :-)
bEIJOS

Everson Russo disse...

Eternidade nos lábios...muito belo e tocante....abraços de boa semana.

Anônimo disse...

Seus poemas,sim,serão eternos...e em todas as línguas...:)
Um beijo

Anônimo disse...

Seus poemas,sim,serão eternos...e em todas as línguas...:)
Um beijo

maria joao moreira disse...

uma linda declaração de amor!

Daniela Delias disse...

Tão suave e com tantos vermelhos...

O poeta, a musa, a ponte: tontas e belas invenções ;)

Bípede Falante disse...

tem e nem sei se não é um fardo ter!
beijoss :)

Mirze Souza disse...

ESTONTEANTE!

Beijo

Mirze

teca disse...

Impressionante o teu sentir...

Boa semana.
Beijo carinhoso.

dade amorim disse...

As tontas invenções nos tiram do sério.

Beijo beijo.

LauraAlberto disse...

e o rio que corre bem lá no fundo

és mestre, Assis!

beijo

Luiza Maciel Nogueira disse...

invenções lindas Assis!

beijo

Anna Amorim disse...

Circulando desejos...

Beijos poeta,

Anna Amorim

AnaClarissa disse...

Quanto carinho neste poema...
Beijinhos!

Cris de Souza disse...

Aroma de arrancar suspiros...