sábado, 27 de novembro de 2010

411 - Poema para ílio, ísquio e púbis

Penso ascender em sinais pélvicos
De toda a lira que delira na virilha
Escorrer-te em sumo destes versos

Penso a tua casta senhoria de flora
Deslizando o rouco trovão na pele
Do incendio no fino cristal da mata

17 comentários:

AC disse...

Saciar o lume no incêndio dos sentidos...
Um verdadeiro delírio da lira.

Abraço

Batom e poesias disse...

Lindo, lindo...

De uma belezura e sensualidade que não carecem comentário.

Beijos
Rossana

Andrea de Godoy Neto disse...

sensualíssimo!

beeijo

Cris de Souza disse...

deito e rolo nessa lira!

beijo.

Mai disse...

Uma salada romântica.

cheiros

Nina Rizzi disse...

o ílio é meu osso preferido. toc, troca, toque.

um beijo :)

Primeira Pessoa disse...

a lira que delira na virilha
...
e brota a visão de claudia ohana peladona nas paginas centrais da playboy.

se lembra disto, raimundo nonato?

betina moraes disse...

erotismo abaixo da linha do umbigo.

demais!

um beijo.

Ingrid disse...

Letras que preenchem palavras em sumos que escorrem dos teus versos querido poeta.. em sensualidade pura!
beijo de bom findi.

Mirze Souza disse...

ASSIS!

Leve-se!

Beijos, poeta MIL!

Mirze

Wanderley Elian Lima disse...

O erotismos camuflado em seus poemas, é fantástico.
Abração

Maria Andrade disse...

versos que acendem os meus trópicos

Lau Milesi disse...

Esse seu poema, poeta , abala a base...da coluna vertebral. D+!!

MEA = Mantenho os Elogios Anteriores.
Parabéns!!!

Contos da Joii disse...

Sensualidade em qualquer ocasião. Belo poema, poeta Assis. Levo-te. Boa noite de sábado.

Malu disse...

Assis,

Seus versos sempre são belos ...



Bjo e um Dia de Paz.

Tania regina Contreiras disse...

Noosa, arrepiante, adorei, Assis...

Bjos

Bípede Falante disse...

Penso e sinto que esse poema me deu um arrepio!! :)
bj.