quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

791 - ciranda de alvoroço em prece enluarada

há um silencio que se dobra sobre a tua pele
incita mares, presságios, ventanias
recorda ancestrais paragens

há um silencio que se desdobra em desalinho
faz miragem no deserto de todos os oásis
e inflama os horizontes de letargia

16 comentários:

Vais disse...

Ei, Assis,
:)o galo ainda nem cantou anunciando a quinta e aqui já estamos nela :)

muito bonito este título
e da ciranda, fiquei em estado de apreciação

beijo na quarta pra quinta, ahahaha

Luiza Maciel Nogueira disse...

Maravilha Assis, fico babando em teu talento. Beijo

Bípede Falante disse...

Assis, nossa, perdi a voz, mas não as palavras, que elas estão aqui ainda que dentro de um silêncio.
Belíssimo poema. Um dos mais bonitos que já li.
beijoss

dani carrara disse...

em prece

um beijo.

Everson Russo disse...

Que esse silencio seja a mais pura reflexão da alma...abraços de bom dia pra ti amigo.

Celso Mendes disse...

horizontes letárgicos incitam à poesia.

abraço.

Eurico disse...

Esse silêncio que inflama os horizontes é (tua) poesia, Mestre.

Abç fraterno.

Ingrid disse...

belo despertar quente e preguiçoso..
beijos sempre poeta..

MIRZE disse...

Belo. belo!!!!

As dobras j[a cpntém o silêncio e os alçvoroços prestes a despertar;

Inflamar horizontes é o desejo da prece.

Beijo

Mirze

Joelma Bittencourt disse...

só sentir já basta...

Beijinho, poeta Assis!

Úrsula Avner disse...

OLá poeta,

sempre belas metáforas em versos encantadores... Grande abraço.

Rejane Martins disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Rejane Martins disse...

...há um silêncio plissê.

dade amorim disse...

Silêncios assim frutificam sempre.

Beijo, querido Assis.

Jorge Pimenta disse...

silêncio-clamor, este.

Ingrid disse...

quanto desejo..
beijo ..