quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

812 - contraponto para inexistência, achados e afins VI

em sigilo faço vigília ao silencio
ele se atiça em meus ouvidos
e eu sou todo o assovio da brisa

10 comentários:

Rejane Martins disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Rejane Martins disse...

uma das tarefas mais bonitas da existência é cuidar silêncio, Assis, todo o assovio da brisa, leve ou tempestuosa.

MIRZE disse...

A vigília ao silêncio que tantos me criticam, é sagrada, e a brisa, seria o sopro ou a respiração do silêncio!

Lindo Demais!

Beijo

Mirze

Tania regina Contreiras disse...

Conheço cada sílaba do silêncio!
Beijos, meu poeta querido!

Jorge Pimenta disse...

quanto de nós é ruído? e quanto é silêncio?...
um abraço, assis!

Celso Mendes disse...

cultuar o silêncio é um segredo que a brisa pode ensinar.

abraço.

Eurico disse...

Garimpei essa frase do Osman Lins, em Guerra sem Testemunhas, que diz, mais ou menos isso:
"(...)o escritor é um silêncio que assusta os ditadores"

Te deixo um silencioso abraço.

Ira Buscacio disse...

Desejo-te um novo ano de enorme serenidade, sabedoria e mais poemas.
Bj grande, Assis

dade amorim disse...

Assim são os bons silêncios.
Beijo beijo.

Cris de Souza disse...

silêncio pra lá de sonoro...