quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

811 - contraponto para inexistência, achados e afins V

faço festa com o alimento que me dás
és repasto alvoroçado no amanhecer
por ti cultivo guirlandas, astros, lábios
as minhas naus se inclinam em vagas
todo o horizonte clama por teus lilases

9 comentários:

Everson Russo disse...

Horizonte que fica belo ao olhar fixo do amor...abraços de bom dia.

Luiza Maciel Nogueira disse...

Liláses alvoreceres dos olhos quando encontram o horizonte da beleza. Beijos Assis. Cada vez melhor vir aqui

Eurico disse...

A festa é das imagens e o apetite é de plasticidade e cor!
Quantas leituras nesses cinco uni-versos!

Abç fraterno.

Celso Mendes disse...

esse teu passadio tem o poder de fazer alvoroço na natureza. alimento de poeta deveria ser sempre assim...

abraço!

Vais disse...

Assis, muy guapa é a senhora dos lilases por despertar em você versos tão bonitos que nos coloca aqui

beijos de parabéns

Daniela Delias disse...

Aqui tem tanta coisa bonita...sempre achei que quando astros, lábios e lilases dividissem um mesmo poema teu, este seria lindo.

Bjo

MIRZE disse...

BELO!

Quando as naus se inclinam. é hora de clamor no horizonte!

Beijo

Mirze

Jorge Pimenta disse...

ai, a fratura entre horizontes. do tanto que cultivo e do tão pouco que colho... mas, são sempre assim os jardins das naus que comandamos em agitação feminina...
abraço!

dade amorim disse...

Às vezes as vagas inclinam as naus de puro alvoroço.
Beijo, Assis. Que o ano novo tenha sido dos melhores e traga muito sucesso pra você e poemas para nós.