quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

798 - contraponto para inexistência, achados e afins II

tomei o mar de braços para o nunca mais
nesta jornada de naus a soçobrar
as inquisições da tempestade já se vão
agora é o infindo de um vento que me eleva

7 comentários:

Rosi Alves... disse...

quando vento leva é sinal de calmaria de paz,apesar de parecer ao contrario eu agredido nisso.
beijos poeta

Everson Russo disse...

Tomar o mar pra nunca mais é um caminho difícil e sem retorno em mistérios...abraços de bom dia.

Celso Mendes disse...

quando se navega para o nunca mais e se pega a elevação de um vento infindo, desarvoram-se palavras sem rumo. (rumam para cá...)

abraço, poeta.

dade amorim disse...

O vento que te eleva e enleva a gente.

Beijo, Assis.

Adriana Karnal disse...

esse blogger às vezes enlouquece, tento publcar e não consigo ;P
anyways, tá tão lindo o que fazes aqui!

MIRZE disse...

ASSIS!

Palavras e vento que eleva, é só para poetas como você.

Abrace-os.

Beijo

Mirze

Jorge Pimenta disse...

são assim os mares, as viagens e os marinheiros: lugares de nunca mais.
as"inquisições da tempestade" são uma imagem que ateia fogo na pele de quem a lê...
abraço, assis!