domingo, 27 de maio de 2012

962 - poeminha para todos os metaplagios


eu leio e tento esquecer
para não me atormentar
por imagens e palavras
que ainda serão minhas


* A Cris de Souza cantou junto


Metaplágio para todo o poeminha

eu leio e tento escrever 
para não me atropelar 
por imagens e pá-lavras
que ainda serão vinhas


15 comentários:

betina moraes disse...

Assis...

fez um poema com o tormento de todo o poeta!


o que é nosso? o que é de outro?


sempre bom e bem os teus mil poemas. está quase lá.


um beijo.

Everson Russo disse...

E por mais que se tente esquecer,,,essas palavras estarão sempre rondando a alma e os pensamentos...abraços de boa semana pra ti.

Mirze Souza disse...

Perfeito!

Beijo

Mirze

LauraAlberto disse...

o esquecimento é muitas vezes escrito com a palavra utopia

beijo

Lara Amaral disse...

Reconhecer-se na fala do outro, e formar a própria voz.
Gosto tanto de te ouvir.

Beijo.

Samara Bassi disse...

Que se distribua os nortes
sem sucumbir
na sorte de não se pertencer.

Beijos amigo
Sam.

Vais disse...

Ei, Assis,
vou lendo e deixando as palavras tomarem formas com todos os sons, cheias de texturas, cores e sabores e muito admirada vou experimentando.

beijão pra ti

Lídia Borges disse...

A força criativa é tão evidente que os metaplágios me parecem um hipótese remota.

Por vezes também me assalta esta ideia.

Um beijo

Joelma B. disse...

quanto de quem há em nossa voz?!

No alvo!

beijinho, mestre!

Cris de Souza disse...

Metaplágio para todo o poeminha


eu leio e tento escrever
para não me atropelar
por imagens e pá-lavras
que ainda serão vinhas

....

Não resisti, mestre.
Beijos!

Daniela Delias disse...

Terminei de ler com um sorriso aqui...sempre penso isso rs...

E a Cris foi genial, genial!

Bjinhos aos dois

:)

Oria Allyahan disse...

TODOS PARA POEMINHAS METAPLAGIADOS

Lêem e tentam florescer
e nem se importam se atormentados estão
por palavras e imagens
que querem que suas sejam.

O.A.

^^

Luiza Maciel Nogueira disse...

esquecimentos viram poemas, que se espalham pela memória em in ventos - (só um pequeno delírio)

beijos

Tania regina Contreiras disse...

Ah, isso parece tanto comigo...eu me vejo tanto nesse eu...eu gosto tanto de te ler!

Beijos, poeta!

Cris de Souza disse...

Sorri quando vi!

Só fiz a segunda voz... mas que é uma honra cantar com o mestre, isso é.

Outro beijo.