sábado, 11 de fevereiro de 2012

856 - poeminha de açoite para corpos celestiais


em que acesso de veneta
vinhas rota em ruas nuas
noiva em frase, face, fase

quase relâmpago encanto
de quando outras vicejava
de tuas luas gula, espanto








Foto: Cris de Souza/Enluarada

15 comentários:

Rejane Martins disse...
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Everson Russo disse...

Luas de tantos silêncios, tantos amores e tantos versos...abraços de bom sábado.

Luiza Maciel Nogueira disse...

sintonia fina entre foto e poesia, duas belas artes que vicejam no luar

beijo

Jorge Pimenta disse...

são mesmo assim: rutilantes, sem anúncio prévio, e a certeza de tempestades no corpo.

abraço, amigo!

p.s. tenho o teu prefácio à entrevista do roxo violeta guardado na gaveta do que se me faz imperdível na vida. agradeço-te a sensibilidade, o génio e a gentileza de verteres tão perfeitas palavras para apenas reflexos meus.

MIRZE disse...

Nossa! Tremi ao ler o título!

Pode duplicar o açoite.

Beijo

Mirze

Fred Caju disse...

Pelo Recife não tem dessas luas, não...

Adriana Karnal disse...

Assis
li tantas coisas bonitas já aqui, mas esse foi um dos mais. que beleza esse final.

Vais disse...

Legal, Assis, o novo visual do blogue
mil e um poemas e estas aves voando,
muitas sensações e imaginações

Que lua! um espanto de beleza que a Cris conseguiu captar e junto ao poeminha, uma bela imagem

beijo

Lídia Borges disse...

Há uma enorme cumplicidade entre as palavras. Música, aliteração, afagos de boca.


Um beijo

Ribeiro Pedreira disse...

"a lua quando ela roda" volta assim nessa nudez pálida.

Tania regina Contreiras disse...

Um espanto! :-) Meu poeta querido...
Beijos,

Cris de Souza disse...

que honra!

sei que sou suspeita, mas ficou hipnotizante.

beijão, mestre*

LauraAlberto disse...

a fotografia parece uma pintura
combinação perfeita, duas obras de arte

Beijinho aos dois
LauraAlberto

Daniela Delias disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
dade amorim disse...

Ai, que essa lua cheia inspira tanta coisa!
Beijo.