terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

866 - poeminha breve de vanguarda apressada


eu já tentei tantas formas
de inventar um poema
que quase esgotei a linguagem:
não deu em nada
tudo morre na palavra

11 comentários:

AC disse...

A forma fica sempre aquém do conteúdo.

Abraço

Tania regina Contreiras disse...

Mil e um beijos pra ti, poeta Assis!

Everson Russo disse...

Tudo até pode morrer na palavra, mas uma hora, toca em sentimentos...abraços de bom dia.

Samara Bassi disse...

ahhh o poema,
eu nem tento retê-lo nas mãos.
na verdade, ele é quem me consome as vísceras,
as vistas
as cismas.

Beijo querido
Sam.

MIRZE disse...

Ou renasce!

Beijo

Mirze

Adriana Karnal disse...

Assis,
seu poema moderno ascende na palavra,amigo.

Andrea de Godoy Neto disse...

e se recria no silêncio das entrelinhas...


beijo, poeta!

Joana Masen disse...

o poema renasce a cada verso.

bjo!

dade amorim disse...

Morre? Acho que revive.

Beijo beijo.

Vais disse...

Ei, Assis,
que este mais adiante está mais pra transformação

beijinho

Jorge Pimenta disse...

tudo morre na palavra; tudo menos a alma e os seus sentidos.

abraço!