segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

865 - poeminha apressurado de manhãs


tão rápido se fez o sol
que não percebi tuas mãos

repentinas e distantes
a se imiscuírem no arrebol

10 comentários:

Everson Russo disse...

Muitas coisas passam tão depressa na vida que nem as percebemos o momento...abraços de bom dia.

dani carrara disse...

bonito.

Samara Bassi disse...

foi apenas uma brevidade
por entre as frestas da minha persiana.

Beijo, Assis.
Sam.

Adriana Godoy disse...

865- um sol de boniteza,

os outros nem se fala...

bom te ler, poeta.

beijo

MIRZE disse...

O sol precisava da tua luz.

Beijo

Mirze

Celso Mendes disse...

nem a pressa esconde a poesia por aqui...

abraço

Daniela Delias disse...

Assis...a associação livre é uma coisa no mínimo engraçada. Quando terminei de ler, o meu primeiro pensamento foi "e quando chegar o 1001, como será não tê-lo aqui?". Deve ter relação com a rapidez de que falas, com o instante, com as coisas que a gente quer eternizar...
Bjo

Tania regina Contreiras disse...

Se vc escreve um verso apenas, eu me ilumino por dentro, sabia? rs
Beijos,

dade amorim disse...

Tua imaginação é um dom sem preço, Assis.

Beijo beijo.

Jorge Pimenta disse...

mãos, esses diademas de abismo, tanto ao pôr-do-sol, como nas manhãs. e nós a morrermos nas sementes que não germinam...

abraço!