quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

874 - porque eu carrego rápido o coração


enquanto passam os anos
eu escrevo apressado
sobre coisas que não vivi

12 comentários:

Sr.Borges disse...

eu mesmo vivi e morri na Bahia
aos vinte e nove anos me arroubo

Bom dia, Assis!

Tania regina Contreiras disse...

Bom dia, querido...Tua vida interior é tão vasta, duvido que já não tenhas sonhado-vivido com tudo isso!
Beijos,

Everson Russo disse...

Na intensidade do viver...abraços de bom dia.

Eurico disse...

De volta.
Recarregado.
Deixo um abraço.

Adriana Godoy disse...

Bom demais, Assis

Como já dizia o poeta: "o poeta é um fingidor", é isso.

Beijo

Lídia Borges disse...

A eterna questão do encontro/ desencontro entre a vida e a arte.

É preciso deixar de viver a vida para se viver a arte?

Beijo

rosa-branca disse...

É o que acontece a quem se antecipa aos factos...mas que se calhar adorava viver...beijos com carinho

MIRZE disse...

O máximo!

Beijo

Mirze

dani carrara disse...

vi um porque
partir-se ao meio
metade fruta pobre
metade fome

dade amorim disse...

Coisas que não vivemos povoam os poemas.

Beijo.

Jorge Pimenta disse...

escrita de urgências sobre vidas e não vidas - um ponto. talvez ainda mortes.

abraço!

Celso Mendes disse...

vivemos também do que não foi.
poderia é combustível, é desejo de ser.

abraço