quinta-feira, 1 de março de 2012

875 - porque eu descanso acerbo e frágil


chove, chove tanto
que eu inundo de vazios

16 comentários:

Rejane Martins disse...

...e a chuva soa como uma salva de palmas

Everson Russo disse...

Vazios que afogam a alma...abraços de bom dia.

Mai disse...

eu inundo,
tu inundas,
nós (todos) inundamos...

Faça chuva ou sol, o nosso desamparo é estrutural e aquoso.

Lindo!

cheiro.

Mai disse...

E gostei no novo design.

Joelma B. disse...

a voz transborda em ecos...

beijinho com admiração, mestre Assis!

MIRZE disse...

De vazios e de muita luz!

Beijo

Mirze

LauraAlberto disse...

lembrei-me disto:
"Chove muito, mais, sempre mais… Há como que uma coisa que vai desabar no exterior negro…"
Bernardo Soares

Beijinho
LauraAlberto

Cadinho RoCo disse...

Em meio ao vazio de tudo, nada de nuvens no céu belorizontino.
Cadinho RoCo

Sandra disse...

E a chuva ouve e cala em si os nossos vazios ...
Beijo

Adriana Aleixo disse...

Profundo e verdadeiro!

Parabéns!

Luiza Maciel Nogueira disse...

vazios férteis!

beijos

Vais disse...

Assis, estes curtos porques deram a sensação de correr mais rápido a chegada aos mileum
sabe-se aí o trabalho que você tem, mas de toda forma :(


este noturno de aparição tá mesmo uma aparição, uma estrela cadente, um vaga lume piscando, uma boniteza

beijinhos, querido moço

Jorge Pimenta disse...

"chove, chove tanto
que eu inundo de vazios"

e a melodia cresce nos braços do grande maestro líquido.

abraço!

Celso Mendes disse...

e as gotas lavam cinzas do tempo e nos levam mais um dia. mas nada pode nos tirar o vazio que o poeta preenche com palavras.

David C. disse...

Muy bueno.

Daniela Delias disse...

...são as águas de março fechando o verão...

bjo