quarta-feira, 7 de março de 2012

881 - eu quero o espólio do vento


sempre desconfiei que
o canto do passarinho
era silencio regurgitado

12 comentários:

dani carrara disse...

póema igual brisa.

beijo

Everson Russo disse...

Uma alma que voa e grita por paz...abraços.

Ira Buscacio disse...

E nos cantos dobrados? Ah, quanta ânsia!

mais bjs

Tania regina Contreiras disse...

Que desconfiança poética mais linda! :-)

Beijos,

Sr.Borges disse...

e nos conduz a
uma luz augural
toda criatura

Abraços!

Vais disse...

e que o vento leva, Assis, na vibração das ondas

beijo

MIRZE disse...

Passarinho regurgita o silêncio dos limos e lumes, como sua poesia.

Beleza!

Beijo

mirze

dade amorim disse...

Também acho, Assis, você sabe.

Beijo beijo.

Lídia Borges disse...

Pode ser, sim - "Silêncio regurgitado". Nunca tinha pensado nisso, nem mesmo no espólio do vento.
A sua poética (des)concerta, desoculta.

Beijo

Joelma B. disse...

bem desconfiado, mestre Assis...rs!

beijinho com admiração!

Jorge Pimenta disse...

partitura quebrada > asa recosida > voo adiado > o céu por acontecer.

abraço!

LauraAlberto disse...

vai longe o canto

beijinho
LauraAlberto