quarta-feira, 4 de abril de 2012

909 - poeminha para alguns estágios físicos do desvario


o que havia de ti em pedra
se colou ao meu olhar
calou o que existia em flor
fez deserto,
fez areia,
fez o caos.

acho que por isso
te amo tanto,
meu amor

14 comentários:

Luiza Maciel Nogueira disse...

a vida viva do peito e que lindo (como sempre :) )

beijos

Lídia Borges disse...

"estágios físicos do desvario"

Só pode ser essa a explicação, Assis.

Um beijo

Everson Russo disse...

E se fez deserto em desejo de amar...abraços de bom dia pra ti amigo.

Mirze Souza disse...

BELO e PLENO!

AMOR = CAOS!

Beijo

Mirze

Daniela Delias disse...

O amor e seus desertos...

Tão bonito esse "te amo" em meio ao caos!

Bjo

Primeira Pessoa disse...

fez areia, fez deserto... fez casa.

909?

é isto mesmo?

Vais disse...

gostei do título
estágios físicos da doideira

e este tanto de amor talvez seja o oásis que brota no deserto, a onda que lambe a areia e o violino no caos

e não gasta escrever, Assis, que sempre admirada com a efervescência

grande abraço pra você querido moço

Tania regina Contreiras disse...

Bonito, Assis. Simplesmente.
Beijos,

teca disse...

Alguns estágios físicos do desvario... perfeito!

Beijo e boa Páscoa.

dade amorim disse...

"calou que existia em flor" - isso acontece, por que será?

Beijo beijo, menino.

Jorge Pimenta disse...

devastação para uma lógica que só as veias explicam. e a inocência retorna à areia da boca.

abraço!

Anna Amorim disse...

Caro poeta,

Assim é o desvario feito amor e poesia.

Beijos,

Anna Amorim

Cris de Souza disse...

Deliro junto!

LauraAlberto disse...

no mais árido deserto sabes bem criar a mais suave flor

beijo