terça-feira, 10 de abril de 2012

915 - canção de esporas ao vento em corcel alado


no dorso voraz das tuas ancas
serpenteia a sede de amanhãs
o solilóquio recanto das palavras
a brevidade do mergulho insano
o perder-se que não desencontra
o amálgama de raios e desvarios 

9 comentários:

Everson Russo disse...

Um cavalgar de vento ao amor...abraços de bom dia.

castanhamecanica disse...

Saudações quem aqui posta e quem aqui visita.
É uma mensagem “ctrl V + ctrl C”, mas a causa é nobre.
Trata-se da divulgação de um serviço de prestação editorial independente e distribuição de e-books de poesia & afins. Para saber mais, visitem o sítio do projeto.

CASTANHA MECÂNICA - http://castanhamecanica.wordpress.com/

Que toda poesia seja livre!
Fred Caju

Angélica Lins disse...

Letras quentes bordadas de amanhecimento.

Lindo!

Anônimo disse...

"Sei que fazer o inconexo aclara as loucuras. A sensatez me absurda. Os delírios verbais me terapeutam".(Manoel de Barros)

Poema de um fôlego só...arretado. Belíssimo!!

churchcrunch.wordpress.com

dade amorim disse...

Vivemos ao vento.

Beijo beijo, Assis.

Luiza Maciel Nogueira disse...

desses poemas que nos remetem ao amor da pele

beijos

Mirze Souza disse...

"serpenteiam a sede de amanhãs"

Belo, Pleno!

Beijo

Mirze

Daniela Delias disse...

"no dorso voraz das tuas ancas
serpenteia a sede de amanhãs"

Coisa mais bonita...

Bjo

Jorge Pimenta disse...

ai, o dorso voraz das suas ancas...
suspiro de vocação silenciosa.