sábado, 28 de abril de 2012

933 - poeminha breve e assustado


o tempo comeu
minhas palavras:
rumino ausências

16 comentários:

Joelma B. disse...

... mas sopra aproximações!


janela aberta
horizonte movediço
margens de meu rio


Beijinho de fã, mestre Assis!

Anônimo disse...

Poeta baiano, seu poema "933",que insisto em ler "339",é a coisa mais lindinha desse mundo...

Tam-bém-ru-mi-no-au-sên-cia...porém,no singular.

Levo esse seu poeminha gigante. Mas deixo um beijo e dois abraços.

(churchcrunch.wordpress.com)

Everson Russo disse...

O tempo é implacável...abraços.

Lídia Borges disse...

Ah!... Não acredito.

O tempo alimenta-se de desistências não de sonhos.

Um beijo

Luiza Maciel Nogueira disse...

apesar do silêncio e das ausências ainda lhe é possível escrever belezuras raras e te admiro por isso Assis.

beijos

Mai disse...

e nos silêncios os porquês.

por justo e preciso, é necessário.

cheiro

Ana Ribeiro disse...

Rumino...

Tania regina Contreiras disse...

Até teu silêncio traz poesia, Assis. Poeminha gostoso de sorver num gole rápido e embriagador.

Beijos,

Daniela Delias disse...

Tempo, tempo, tempo, tempo...

Bjos

Anônimo disse...

BELEZA!

A sinfonia do tempo faz o orvalho germinar os restos.

Eis um belo e breve poema!!!!!


Beijo

teca disse...

Impressionante que até na ausência de inspiração, você se inspira...
Beijo grande, poeta.

dade amorim disse...

Nem pensar, elas estão à espera, você sabe.

Beijo, poeta.

Iara Maria Carvalho disse...

só de bem mastigadas as presenças explodem.

belíssimo!

beijosss

Ingrid disse...

poe vezes e muitas, é espera.
beijo

Bruno Gaspari disse...

O tudo dito no mínimo.
Abraço

Cris de Souza disse...

Ué, mas tô ouvindo...