sexta-feira, 6 de abril de 2012

911 - uma canção de girassol, bordados e lilases


por onde eu me ia, se são tuas
as estradas do meu peito, se
através de tantos embaraços
teu porto se ancorou ao meu

por onde eu me ia, se os olhos
tão cansados vertiam a solidão
de muito rastro e descompasso
até me fazeres a rota, a bússola

12 comentários:

Joelma B. disse...

o olhar é tantas vezes o fim da perdição!

poema que leva longe o que está dentro de nós...

beijinho com admiração, mestre Assis!

Everson Russo disse...

Que esses olhos cansados encontrem paz nesse longo caminho,,,boa sexta santa pra ti amigo...abraços.

Jorge Pimenta disse...

nesses ires e voltares, trilhos de memória em renovado xeque-mate. as bússolas nem sempre adivinham o norte...

abraço, poeta!

Adriana Godoy disse...

Ai, Assis

lindíssimo!


Beijo

Lara Amaral disse...

Guiado de olhos fechados, abertos sentidos.
Lindíssimo poema!

Beijo.

Daniela Delias disse...

"Para quem quer me seguir, eu quero mais. Tenho o caminho do que sempre quis e um saveiro pronto pra partir. Invento o cais, e sei a vez de me lançar..."

Beijo,

Lídia Borges disse...

Mais seguro, agora, com mapa traçado e bússola na mão.

Um beijo

Mirze Souza disse...

Certíssimo!

A rota, a bússola.

Beijo

Mirze

Anna Amorim disse...

Assis,

Nossa fiz uma associação livre com Eu Te Amo do Chico.
Uma associação ao avesso.

Beijos meus,

Anna Amorim

Cris de Souza disse...

Vira e mexe volto sem ter ido...

dade amorim disse...

Tantas vezes assim...

Beijo.

Andrea de Godoy Neto disse...

"por onde eu me ia se todo o caminho segue sempre o teu rastro?"

tão belo, assis...

beijo beijo