sábado, 14 de abril de 2012

919 - Sonata de esmero para olhos em cascata


Ao acaso de um gesto
Ao sopro de uma brisa
Ao brilho de um lilás
Há vertigens e sinais

Ao esmero dos lábios
Ao desatino de braços
Ao lenço de sargaços
Há uma tiara de laços

Ao ornamento da face
Ao níveo da perfeição
Ao âmago da singeleza
Há luzes e constelações

11 comentários:

Everson Russo disse...

As mais belas sensações em versos...abraços de bom sábado.

Mirze Souza disse...

Maravilha, Assis!

Um desfile de sensações sob a luz incabdescente das constelações. Tua Poesia.

Beijo

Mirze

Oria Allyahan disse...

Sinais, laços e constelações a guiar-nos num caminho que nos levará a... quem sabe onde...

Grande Abraço!

O.A.

^^

Primeira Pessoa disse...

e há um belo poema, pois sim.

um poema lilás.

teca disse...

Uma sonata encantadora... gostei muito, muito!

Beijo.

Daniela Delias disse...

Às cores que também me encantam, há versos e sutilezas...

Bjo meu

Bípede Falante disse...

Se em cada mente há uma sentença, em cada peito há uma emoção. Vejo gozo, invejável gozo, nessas luzes.
beijoss

Lídia Borges disse...

Nada fica ao acaso no esmero desta poesia.


Um beijo

dade amorim disse...

Vertigens, esmeros e perfeições em uma bela Sonata.

Beijo beijo.

Cris de Souza disse...

brilhante ê...

Rejane Martins disse...

...eu não tenho nem nunca tive a pretensão de fazer poesia, Assis, eu vivo, e não abro mão de fazer a vida plena e bela - eu agradeço muito o lirismo das tuas palavras e tua presença no rejaneando,
recebe imenso abraço.