sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

820 - contraponto para inexistência, achados e afins IX

as ruas se insinuam na vermelhidão da tarde
um aboio ecoa desatinado em pretéritos
enquanto rumino ausências, lilases e girassóis

10 comentários:

Tania regina Contreiras disse...

Poeta dos lilases e girrassóis, eu sou sua fã de verdade. Do poeta e da pessoa que dá vida ao poeta...ou seria o poeta que dá vida à pessoa? rs
Bom-dia, querido!

Luiza Maciel Nogueira disse...

Assis esses liláses que encantam o horizonte repleto de girassóis em tua poesia. Girador de sóis e pintor de liláses, eu acho tua poesia o máximo! Beijos

Celso Mendes disse...

ruminações assim só pode acabar em poesia.

abraço.

Eurico disse...

Contraponto para ausências é a palavra do poeta. É a tua palavra, Poeta.

Abraço e ad-miração!

Everson Russo disse...

Ausencias sentidas...abraços.

MIRZE disse...

ADORO esses contrapontos: Não é a vermelhidão da tarde, mas as ruas que se insinuam.

Se eu fosse o poeta não ruminaria tanto!

Beijo

Mirze

Daniela Delias disse...

Que série mais bonita...e cá estão os lilases, lindos como sempre. :)
Bj,
Dani

dade amorim disse...

Ando com uma conexão de rede tão fugidia, que só dá mesmo pra dizer - é lindo. Como sempre.]]

Beijo, Assis.

Sandra Botelho disse...

Feliz ano novo amigo...Cheio de poemas e muito amor. Bjos achocolatados

Jorge Pimenta disse...

e tudo passa ao lado do trilho do canto... e as cidades dormem... e os homens permanecem sonâmbulos... e as flores apascentam a rudeza do gesto... e o homem mirra na sua condição de estrela suada.
beijinho!