domingo, 8 de janeiro de 2012

822 - canção de extravio para girassóis ensimesmados

de tanto ouvir o silencio me desencaminhei
galguei estradas de nuvens e crepúsculos
me fez companhia o alvoroço de pés alados
a contemplação do horizonte apascentado
e um tumulto de asa que no chão se debatia

8 comentários:

Jorge Pimenta disse...

só aprendendo a escutar o silêncio saberemos qual o lugar da estrela que queima os dedos e a obra.
abraço, poeta!

Everson Russo disse...

O silencio se faz perdido quando ele não tem a tonalidade do amor...abraços de boa semana pra ti amigo.

Joelma B. disse...

Eu, ao contrário, sempre me encontro por aqui.

Beijinho com admiração, poeta Assis!

MIRZE disse...

A companhia que o silêncio deu foi uma das mais belas e cheias de VIDA!

Beijo

Mirze

Luiza Maciel Nogueira disse...

no ruflar do silêncio é possivel sonhar! beijos

Zélia Guardiano disse...

Assis, meu querido
O silêncio realmente desencaminha... Grita alto, ferindo bigornas, martelos e estribos.
Lindos versos!
Abraço bem forte, amigo!

Ingrid disse...

silêncios necessários de pensares..
beijos Assis..

Rejane Martins disse...

descaminhos alados pastoreando alguma paz