segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

830 - suíte burlesca para o repentino dos olhos VI

infortúnio grande é o soluço do peixe
quando garras agarram suas guelras
há uma invocação de ar nos suspiros
o destino fica atravessado nos anzóis
como vez primeira preso ao lábio teu

11 comentários:

Rejane Martins disse...

o susto, a velha história do passeio à margem do rio onde o segundo fora pescado - vago em sensação, inopinada sina.

Everson Russo disse...

A força pra vencer e ganhar mais um floego de vida...abraços de boa semana.

Joelma B. disse...

sufocante e singular comparação!

Beijinho encantado, poeta Assis!

Euza Noronha disse...

na vez primeira da prisão dos lábios há mesmo um suspender do destino. quem dera perdurasse esta sensação ao menos pela metade do sempre.
beijo

dade amorim disse...

O destino se atravessa em tantas coisas!
Beijo beijo.

Tania regina Contreiras disse...

Falta o ar quando a poesia nasce...talvez!

Beijos, menino!

Celso Mendes disse...

quando um poeta é fisgado sempre há um derramamento de versos. aí é um alumbramento que só...

abraço!

Vais disse...

e no repentino dos olhos uma interrogação invertida atravessa o destino

beijinho Assis

Daniela Delias disse...

Suspiros...

Eder Asa disse...

Fisgou,

Cris de Souza disse...

Pra variar, tô aqui me esbaldando com as suas liras!