quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

818 - contraponto para inexistência, achados e afins VII

por vezes temo esse teu mimetismo lunar
mas mesmo assim continuo evocando
as noites e as derradeiras aparições
meus se pelos se eriçam e as retinas
desdobram-se num acalanto abençoado

13 comentários:

Cris de Souza disse...

mimetismo lunar é um achado e tanto! eu, como boa filha da lua, amei esse poema.

beijo de quem caiu do espaço.

Tania regina Contreiras disse...

Salve, poeta! O mimetismo lunar de fato é um grande achado. Bom-dia, meu poeta querido!
Beijos,

Everson Russo disse...

Que essas noites sejam de lua inteira ao infinito amar...abraços de bom dia.

MIRZE disse...

Aparições onde os pelos se eriçam e as retinas DESDOBRAM-SE num acanto abençoado.

Só mesmo a LUA em contraponto;

Belíssimo!

Beijo

Mieze

Ira Buscacio disse...

Assis querido, que a lua seja sempre um achado de loucuras e poetas.
bj

Luiza Maciel Nogueira disse...

Maravilha de retinas:) beijos.

Joelma B. disse...

retinas se curvam a tua maestria em versejar...

Beijinho, poeta Assis!

Celso Mendes disse...

mimetismo lunar é uma figura a ser evocada sob risco qualquer...

abraço!

Rejane Martins disse...

talvez pelo verbo, pelo verso, mudança consoante ao meio, se suado de sol, de lira em partícula apassivadora :)

Bípede Falante disse...

Derradeiras aparições fazem tantas sombras :)
beijoss

Vais disse...

as noites que varam as madrugadas escuras ou iluminadas são habitadas por outros seres
tudo fica diferente à noite

muito bonitos estes contrapontos

beijo

LauraAlberto disse...

a noite tem segredos que só ela sabe...
Abraço
Laura Alberto

Jorge Pimenta disse...

uivos sobre luas dançantes e fugidias.