sábado, 17 de abril de 2010

187 - Uma ode a Ricardo Reis


Coroai-me, em verdade, de silêncios
E horas breves como essas
Em que, plantado de anseio,
Finco-me a ver o riso que
Escorre em tua face
E ofereces aos passantes distraídos

11 comentários:

Lara Amaral disse...

Oferenda daquilo que exala rubor na face: um sorriso.

Bj.

Lou Vilela disse...

É tão bom vir aqui! Eu, 'passante distraída', finco-me a observar tua poesia - Encanta-me o olhar!

Abraços, meu caro!

Macaires disse...

Através dos silêncios lemos aquilo que não é dito, mas que é tão clarividente, quanto qualquer declaração!

Um abraço!

Mai disse...

Em horas breves como essas?
"Sois Rei ora pois!
Simples assim, cheiros

lírica disse...

Que beleza Assis, esta é uma ode sim senhor!
Bom passar por aqui:)
bj
Lírica

Talita Prates disse...

Linda homenagem.

Um bjo,

Talita
História da minha alma

Zélia Guardiano disse...

Simplesmente demais! Show magnifico! Assim é que se escreve versos!!!
Parabéns!
Abraço

dade amorim disse...

Ode sim, porém mais que uma homenagem, poema vivo.

Beijo.

CANTO GERAL DO BRASIL (e outros cantos) disse...

Assis,
Ricardo Reis, que veio morar no Brasil segundo o destino que Pessoa lhe desenhou, encontra em tua ode eco e silêncios da passagem que ele teve por aqui. E, assim, ficou parente nosso, poeta, perante teus versos...

Abraço de Minas,
Pedro Ramúcio.

Em@ disse...

gostei da ode e da homenagem.(porque de Pessoa gosto de tudo...)
vale a pena passar por cá.
abraço poético

Jorge Pimenta disse...

Está aí tudo o que percorre o génio poético de Ricardo Reis: a inquietude perante a vida e, particularmente, perante a sua brevidade...
do outro lado do muro, o sorriso que sugere o encontro com o que torna a vida vivível.
Carpe Diem!
Um abraço!