quinta-feira, 22 de abril de 2010

192 - Ceci n'est pas une poème


o corpo enlanguescido
esquece
o líquido soprado na veia

14 comentários:

Primeira Pessoa disse...

rapaz...
que imagem forte.

cê bebeu? rs
pitou?

belo poema, assis.

Moacy Cirne disse...

Oi,
Muito bom.
Está no Balaio.
Um abraço.

Mai disse...

Languida é palavra que deixa o poema tocar em seu corpo.
cheiros de espreguiçar.

Joana Masen disse...

Assis, torno-me mais tua fã a cada poema.
Lindo!
Bjods!

Zélia Guardiano disse...

Ceci n'est pas une poème... Não mesmo: muito, muito, muito mais que um poema!
Parabéns!
Forte abraço

Lara Amaral disse...

É só mais uma seiva...

Beijo.

Adriana Karnal disse...

Ceci est une poème!

Jorge Pimenta disse...

Oh, Amigo, se não é um poema... e que poema.
Um abraço, Poeta!

Maria Vieira disse...

seu blog merece um livro de capa dura. lembrei de um livrinho que adorava quando criança, tinha uma ilustração lindíssima: um céu em que os livros eram os pássaros. seus poemas céu afora... não é uma bela imagem?

nina rizzi disse...

eu vou dar uma ellenizada, mais na frente, que sigo viagem, pitos, chimbos e poemas.

pra quê mais, né?

beijos.

Nydia Bonetti disse...

e o coração segue pulsando - alheio ao esquecimento. um poema e tanto, assis. bjo.

[ rod ] ® disse...

É que a veia corre nela e deixa todo o sentido em estado de euforia! abs meu caro.

Lou Vilela disse...

Poesia em essência...

Um cheiro

CANTO GERAL DO BRASIL (e outros cantos) disse...

Assis,
Esse poème pegou na veia! Como sempre, na veia!

Vacinado de sua poesia,
Pedro Ramúcio.