sábado, 5 de março de 2011

513 - outra canção de rogo à senhora dos vazios

em matéria de amor sou quase cego
vagueio tateando um sopro
aquele que no ouvido me encantaste
e despertou um redemoinho de sílabas
todas vívidas, ansiosas de caligrafia

21 comentários:

Néia Lambert disse...

Gostei demais desses versos Assis.

Um abraço

Everson Russo disse...

O amor que sempre nos faz perder sentidos...abraços de bom carnaval...

Wanderley Elian Lima disse...

No amor , também sou cego, não meço as consequências. Graças a Deus.
Abraço

Marcantonio disse...

Esse redemoinho de sílabas é matéria viva de poesia, potência que se quer ato.

Abração!

Sam disse...

E o amor
é leitura que faço na pele
quando respiro de leve
breve
ato de se manter
de se misturar
é cantoria que se alastra
e faz casa
nesse braile do meu sentir.

Lindos, lindos versos. Vou ficar por aqui.

Abraços, flores e estrelas...

Jorge Pimenta disse...

pois, quem no amor tem olhos que vejam para além do invisível? só os loucos e os enganados, por certo.
um abraço, querido amigo!

Tania regina Contreiras disse...

Em matéria de amor vc é também um poetaço, Assis!
beijos

Lou Vilela disse...

Uau, que lindo! ;)
Poema de guardar.

Beijos

teca disse...

Um sopro despertado entreouvido... ai, que belo!

Um beijo imenso, poeta!

Lívia Azzi disse...

Seria possível enxergar enquanto caímos no abismo?

Beijo

Primeira Pessoa disse...

e o carnaval, assis?
atrás do trio elétrico, já não vou: morri. rs
e esse redemoínho de sílabas?
vagueio tateando e, juro, não me acho.

hoje é um dia bom pra morrer. é sábado. ninguém morre num dia de sábado de carnaval.

beijão,
r.

Felicidade Clandestina disse...

me lembrou a canção do Moska: "eu ouço sobre o amor e me calo".

abraços querido e bom carnaval :)

Poetíssima disse...

Agora que te descobri.. vou sempre tentar ler uns 20 por vez..

que gostoso.. amo desafios e metas!

parabéns!

ErikaH Azzevedo disse...

Que este sopro nunca te falte pq é dele que começa um vendaval de emoções. O inspirar está no querer viver.

Bjos procê menino.

Erikah

Non je ne regrette rien: Ediney Santana disse...

eu me deixo cego em qualquer amor, que sempre me deixo sozinho

Í.ta** disse...

a gente vive de nossa ignorância. do que aprendemos oriundo dela.

abraços.

Ingrid disse...

no amor querido Assis somos sempre cegos e só anseios..
beijo.

Ingrid disse...

no amor querido Assis somos sempre cegos e só anseios..
beijo.

Lara Amaral disse...

Não há como não ansiar a SUA caligrafia.

Beijo, poeta dos sentires!

Mirze Souza disse...

Assis!

Esse sopro é alimento!

Beijos, poeta MIL!

Mirze

Luiza Maciel Nogueira disse...

esse redemoínho dá no que imaginar uma dança poética de letras, sílabas, palavras - coisa de poeta

beijos