sexta-feira, 18 de março de 2011

526 - série sem título para a eternidade

portal de cobre és minha morte
não quero a fria lápide onde jaz
quero dança de corpos samba
e alvíssaras à beira túmulo
para quando a noite vier infinda
cobrir minha castidade de poeta

13 comentários:

Jorge Pimenta disse...

"quero dança de corpos samba"
alvíssaras para esta morte-sorte.
abraço, poeta!

Wanderley Elian Lima disse...

"Não quero choro, nem vela, quero uma fita amarela..."
Abração

Tania regina Contreiras disse...

para quando a noite vier infinda
cobrir minha castidade de poeta ...

Goste tanto dessa noite de linho recobrindo o poeta casto, Assis!

Beijos,

Everson Russo disse...

Que o poeta seja eterno em seus sentimentos e nessa dança de amor...bom final de semana...abraços.

CANTO GERAL DO BRASIL (e outros cantos) disse...

Assis,
Castidade de poeta!
Ah, o verso que nunca brotou, a rima que ainda não pintou na oitava cor do arco-íris!
Tuas imagens, esplendores de poeta: castigado pela inspiração sempre à flor da alma!
Boto luto aqui, um luto branco donde brotam os versos, versos que tu buscas com um simples estalar de dedos, e te são dados!

Abraço poético,
Pedro Ramúcio.

Ira Buscacio disse...

Assis, querido, casto poeta que a poesia seduz. Morte feliz!
Bjão e bom fds

R.B.Côvo disse...

Assim seja. Abraço.

Sandra Botelho disse...

E que seja assim como desejas adormecer em musica...beijos achocolatados

Eder Asa disse...

Onde jazz o blues, há choro,

Abraço!

Adriana Godoy disse...

Por que não um blues e um rock? Tudo é magia, a ternidade assusta e o seu poema encanta. Beijo

Loba disse...

versos que trazem idéias contrastantes mas não conflitantes. que a dança de corpos seja a sorte que cobrirá a castidade do poeta!
beijo

Luiza Maciel Nogueira disse...

e que faça samba no coração

beijo

Ingrid disse...

eternidade nas palavras do poeta..
beijo querido..