quinta-feira, 10 de março de 2011

518 - ensaio neoconcreto para dentes e ardósia

ouso um formalismo hercúleo, testudo
sem obsecrações, sem súplicas
a palavra que a si mesmo se baste
e debalde desbaste o laudável

19 comentários:

Angélica Lins disse...

Desbastou ...Tenha certeza!
Louvou-te mesmo ao longe.

Beijo

Everson Russo disse...

Infinito do pensar...abraços de bom dia.

Malu disse...

E a tua palavra bastou ...


BjO.

Sam disse...

e o poema bastou
como basta as coisas simples
por serem belas e objetivas
na sua grandiosa pequenez.

Abraços, flores e estrelas...

Ribeiro Pedreira disse...

Hércules em seu labor literário.

Wanderley Elian Lima disse...

Não entendi nada, mas gostei assim mesmo.
Abração

Cris de Souza disse...

ousa que aprecio...

beijo, mestre!

Rejane Martins disse...

Agiganta-se em texturas!

Luiza Maciel Nogueira disse...

"a palavra que a si mesmo se baste"

profundo Assis.

beijos

Mirze Souza disse...

ASSIS!

E é tão pouco o laudável.

Só em suas mãos, poeta!

Beijos, poeta MIL!

Mirze

Zélia Guardiano disse...

... a palavra que a si mesmo se baste...
Poema formidável, amigo Assis!
Abraço

Tania regina Contreiras disse...

Você pode ousar tudo, Assis...E quem duvida que possa alcançar?
Beijos,

Lívia Azzi disse...

Já tive sonhos assim...

Beijo!

Malu Machado disse...

Olá Assis, chego no meio da sua jornada, mas acredito que há tempo de apreciar sua poesia. Poesia esta, aliás, encantadora.

Peço licença para voltar mais vezes.

Um abraço,

Jorge Pimenta disse...

a tua palavra basta-se a si mesma; basta-nos a todos os que te lêem. ah, parnasiano!
um abraço, poeta!

Vanessa Souza Moraes disse...

que nos bastes
ou nos bate

beijos

Eurico disse...

Nesse lado da blogosfera, só dois poetas são ousados assim: o Dauri Batisti e você, irmão.

E eu te louvo a ousadia!

Ingrid disse...

morder e degustar..
beijo.

Ingrid disse...

morder e degustar..
beijo.