quarta-feira, 30 de março de 2011

538 - sobre o ofício de soletrar ausencias

Não, não me tome de atrevimento
Se te insinuo laços nestes lassos versos
É que me vazou de tantas querencias
A lasciva ubiquidade do teu andar
Que sigo em torno de um desespero

19 comentários:

Luiza disse...

Me lembrou um pouco a música Quereres, Na qual gosto muito. Umbeijo.

Everson Russo disse...

O desespero de preencher essa ausencia....abraços de bom dia pra ti amigo.

Celso Mendes disse...

soletrar ausências pode ser compulsivo.

Belo!

abraço.

Sam disse...

Assis, esse foi de desarmar.
Que força suas palavras, que beleza.

Gostei muito.

Psiu: oBrigada por tua bonita presença lá no arena das cronicas.

Um beijo e meu carinho.

Eurico disse...

Estou cá a espiar a ubiquidade desses passos...laços, lassos...
Bonitos...

Abç

J.F. de Souza disse...

esse desespero atrapalha...

Tania regina Contreiras disse...

Um pulmão que não há ar que encha (ontem) e um hoje de tantas querências...E assim vai o Poeta dizendo, pouco a pouco, de si...
Beijos, Assis!

Marta disse...

Não adianta mesmo fugir do que está em toda p(arte).

Abs.

O.A.

^^

Oria Allyahan disse...

Ops, conta errada! Rsrsrsrsrs..

O.A.

^^

Raíz disse...

ASSIS!

FENOMENAL!

Beijo


Mirze

Bípede Falante disse...

Assis, ninguém como você para nos soletrar :)
beijos

Wanderley Elian Lima disse...

Tem momentos que não conseguimos resistir, então o melhor e extravasar.
Abraço

Ingrid disse...

Assis,
soletrar ausencias..
verbalizar a saudade..
beijo.

Tuca Zamagna disse...

O que mais me encanta (não sem susto) na sua poesia, Assis, são certas idéias difíceis mas admiravelmete empáticas, como:

"A lascivia ubiquidade do teu andar
Que sigo em torno de um desespero"

(Como falta o acento em lascívia, presumo que o segundo "i" tenha entrado por acidente de digitação, substantivando o adjetivo, foi isso?)

Um abraço

C. disse...

lindo cantinho
;)
beijos e flores

Í.ta** disse...

demais, demais,
o título!

grande abraço

Jorge Pimenta disse...

breves eternidades são todas as presenças que nos caibam nos nós da gravata que o tempo há-de dar por nós.
abraço intemporal!

Cris de Souza disse...

po-e-ta!!!

dade amorim disse...

Às vezes fica difícil, né não?

Beijo, Assis.