quarta-feira, 2 de novembro de 2011

755 - Canto de assovio para coito das libélulas

Para sublimar o desconforto das ribanceiras
Amiúde a natureza faz contemplação de rio
Necessário também para elevação do olhar

Outro caminho para luzir horizontes tardios
É ordenar o ponto de equilíbrio dos girassóis
Assim incitam-se as borboletas de sentinela

10 comentários:

MIRZE disse...

QUE POEMA LINDO!

Se houver outro caminho para luzir horizontes tardios, diga lá.

Beijo

Mirze

Angélica Lins disse...

Subi o rio com o olhar de quem nada para mergulhar na alma.

Sempre encontro o teu encanto.
Beijo

Everson Russo disse...

E que esses caminhos sempre sejam voos de paz...abraços de bom feriado.

Tania regina Contreiras disse...

Uma paisagem poética que me arrebata a alma, Assis! Lindo poema...Contemplação de rio eleva o olhar, sim...
beijos,

Celso Mendes disse...

No ponto de equilíbrio dos girassóis, borboletas, libélulas e olhares entram em transe.

Abraço.

Roberto Machado Alves disse...

Belas palavras. Metáforas que nos fazem viajar, viajar e viajar.

Parabéns.

dade amorim disse...

Compensações da natureza, Assis, ela é assim.

Beijo.

Ingrid disse...

voando contigo..
beijos poeta..

Daniela Delias disse...

Os girassóis. Todos eles ficam mais bonitos nos teus poemas!
Bjão!

AC disse...

Um esboço de tela de quem tem muitas telas por esboçar. E esboça-as com competência.

Abraço