sábado, 5 de novembro de 2011

758 - Dois poemas de improcedência para estados de ausência

inspirado aqui Dani Carrara

I

uma gare desabitada
num poema de pessoa

II
se me fosses somente silencio
eu não te furtaria uma canção
mas assim em alvoroço
não sei que vento me incita
fico dentre, adentro
todo orbe me desabita

14 comentários:

Analuz disse...

Rascunhos inspiradores os de Dani...

Beijinho, poeta Assis!

Everson Russo disse...

E entre o silencio e o mundo...um coração..abraços de bom sábado.

Ingrid disse...

maravilhas!..
beijos de lindo final de semana..

MIRZE disse...

Como a canção, tudo aqui é silêncio que habita!

Beijo

Mirze

Fred Caju disse...

Congratulações tanto a você quanto a Dani. Abraços!

dani carrara disse...

sem palavras.

ando pedindo perdão pela palavra com sentido
mas elas me escorrem da sola dos pés enquanto caminho

e formam um silêncio que sofre de vasculhos.

feliz por te inspirar
um beijo.

Celso Mendes disse...

a alma desabitada gera ausências e belos poemas.

grande abraço.

Daniela Delias disse...

Essa "inspiração" é linda, é doce...
Bjão para os dois!

Adriana Karnal disse...

esse poema meio prosa já é um Assis "furtado" do seu estilo arquetípico, é um assis desabitado...e o poema a mim tbm desacomoda.nossa!

Verso Aberto disse...

belo poema
da excitação poética
que habita nossos silêncios

abs Assis

Eder Asa disse...

Rapaz,
Longe de mim culpar Janis. Mas se fosse ela a culpada, estaria de parabéns!

Andrea de Godoy Neto disse...

esse poema II é de uma perfeição para dizer do que nos incita...

beijo

dade amorim disse...

Desabita a linguagem usual, e valeu.

Beijo pros dois.

Cris de Souza disse...

Presente para essa confluência.

Beijos nos dois.