terça-feira, 8 de novembro de 2011

761 - balada de senil paragem para cabelos brancos

já não te sigo, persigno-me
a cada lembrança, ausência
para onde foste, o quereres
o hálito que fala em ti, inala
não me sabias este, d’outro
que ferrão fere, vinga o viço

15 comentários:

Everson Russo disse...

Lembrança, ausência, vazio, que por esperança ainda poderá ser preenchido...abraços de bom dia pra ti amigo.

Analuz disse...

olha esse título...rs!

aqui já me contenta o sentir...

Beijinho de fã, poeta Assis!

MIRZE disse...

Persigno-me
vingo o viço!

Demais!

Sublime!

Beijo

Mirze

Tania regina Contreiras disse...

Hoje veio como prece do meio-dia, mas me trouxe a mesma alegria! Amém...
Beijos

Adriana Karnal disse...

a pouquinho comentei o post anterior, por alguma razão signolenta não apareceu...mas o que interessa mesmo, mesmo, é tua febre.

Lídia Borges disse...

As palavras gostam-se, aqui. Gostam-se tanto que são como abraço a quem lê.

Um beijo

L.B.

Vais disse...

Ei, Assis,
entre balada, canção de bem-querer à Tânia atiçando ventanias e paragens de imagens, poemas, apontamentos e assovios
vaga-lumes cabelos brancos lençóis ausências inspirações Dani alvoroços
um jardim uma fonte onde brotam e brotam

beijos

Jorge Pimenta disse...

a estética da ausência, súbita e discreta presença - "fere, vinga o viço".
como este poema me faz sentido, assis...
abraço!

Gislãne Gonçalves disse...

Olá,

Adorei teu espaço, por isso sigo-te
Convido-o para visitar meu blog

beijos

Lua Nova disse...

Tuas imagens encantam os sentidos, instigam sensações, invadem significados e não se entregam a pormenores... São... simples assim, tão simples como o é a vida!
Vc é demais, poeta!
Beijokas e meu caarinho.

dade amorim disse...

Poemas instigantes, esses dos mil e um,atiçando a imaginação da gente.

Abraço amigo, Assis.

LauraAlberto disse...

o que dói mais a ausência ou a presença?
Abraço
LauraAlberto

Daniela Delias disse...

Há tanto nesse poema...
Bjos

Ingrid disse...

hálito e viço lembrados e relembrados..
belo canto Assis..
beijos.

Cris de Souza disse...

Adoro poemas abelhudos!