terça-feira, 29 de novembro de 2011

782 - ciranda de desconhecimento para senhora dos lilases

eu nada sei sobre o princípio das coisas
perscruto arcturus, aldebarã
espero um novo big bang para florir
por enquanto contemplo o caos
quero um estojo de madrepérolas
uma coleção de heliantos tardios
quem sabe o infinito esteja em teus lábios

11 comentários:

Everson Russo disse...

Depois do caos,,,tudo florirá novamente em versos e paz...abraços.

dani carrara disse...

acho que "deus" criou tudinho pra ser uma imagem distante de nós
um abraço.

Gerana Damulakis disse...

E um dia haverá quando eu tiver seus 1001 poemas em livro para, com muita honra, escrever sobre ele.
Intenso, sempre intenso.

MIRZE disse...

Bela ciranda onde eu boio nos arcturus e aldebarã.

Beijo

Mirze

Tania regina Contreiras disse...

Belo, belo, belo e sonoro: ai, ai...que agora é só o sentir, Assis!
Beijos,

Celso Mendes disse...

também não sei sobre o princípio das coisas. mas sobre estrelas e poemas de primeira grandeza e sobre girassóis, tenho aprendido um pouco aqui.

abraço!

Analuz disse...

Lindo!!

Beijinho cheio de encanto poeta Assis!

Luiza Maciel Nogueira disse...

estava aqui a ler teu livro em partes e essa ciranda é fantástica. Aliás adorei também a ilustração da capa. é maravilhosa!

beijo

Daniela Delias disse...

Isso é bonito demais...
Bj!

Rejane Martins disse...

Riquezas, por princípio, não caem do céu, aglomerados estelares de onde cintilam poemas abertos.

Jorge Pimenta disse...

não, nada anuncia o princípio das coisas e ainda menos adivinha o fim do mundo. mas há tantos infintos a percorrer todo o tempo e tantos corpos que o quiseram domar...
abraço!