quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

129 - Balada de tanto porvir VII

Vi do vento da tarde crescer
Esparramada, a estranha lua
Que brilha em tua face
- Sem mistério algum -

A não ser a minha obsessão
De fazer marés com este olhar

3 comentários:

Gerana Damulakis disse...

Pronto, retiro o que escrevi atrás, lá na outra balada. Esta, sim, aplaudo verso a verso.
BELO BELO BELO!

Moacy Cirne disse...

Uma balada e tanto.
Para ler ao som de blues.

Abraços.

Mai disse...

Coisa mais linda!