domingo, 21 de fevereiro de 2010

132 - Poema de breve eternidade

Úmida
a tua vinda em taça
sirvo-me de glória

Vivifico
em cada espaço
a boca que me cabe

e me perco
na intensidade
dessa vã eternidade

9 comentários:

Jorge Pimenta disse...

Brindemos, pois!!!
Um abraço amigo!

Anônimo disse...

Caro Poeta,
permita-me, humildemente, cometer um texto infantil:

POEMA DE DOMINGO

Aos oito desejar oitenta
Como menino a somar bolas de gude
Imperceptível aos olhos das janelas
Onde os diminutivos tornar-se-ão

Aos oito desejar oitenta
Como menino a multiplicar sorrisos
Perceber-se noutro degrau
Onde o diminutivo transformar-se-á

Aos oito desejar oitenta
Como menino a dividir caminhos
Postar-se ante o portal
Onde o diminutivo opor-se, irá

Aos oito desejar oitenta
Como menino a diminuir tristezas
Sentir-se parte do todo
Onde o diminutivo para o todo será


*Fraterno abraço

Mai disse...

Brinde de copos e corpos
Taça de poema húmido
Cheio de eternidade

'poetaholic' de mil e uma noites
A poesia adia a morte
abrevia a dor de amor
e eterniza tudo
cheiros de domingo

Primeira Pessoa disse...

vivifico, em cada letra, a admiração que deixo registrada.
abração, assis.

do
R.

Lou Vilela disse...

Tão breve quanto intenso. ;)

Beijos

Joana Masen disse...

Poema tão breve quanto a eternidade nos parece.
Abraço!

Gerana Damulakis disse...

Belo.

Anônimo disse...

Gostava de um poema,sobre Mae África,eu procuro
novas ideias.
Obrigado

Anônimo disse...

Eu,na Alemanha,em Frankfurt,sempre
adorei escrever,mas tenho tudo engavetado.
Dê-me ideia de como fazer um poema de regressar
ao meu país sem data marcada,a ansiedade é um
ponto.Falar sobre a saudade da infância,dos
primeiros no ele todo,etc,etc...