terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

134 - Ao sabor das tuas ventanias

Nada resiste ao tempo
Nem aos teus inventos

Agorinha eras nuvem
Flor em pensamento

De repente me vens tonta
Orquestrada de mudança

Farta de calor mundano
E giras, bailas, danças...

7 comentários:

Lou Vilela disse...

Ventanias açoitam! ;)

Cheiros de ventar

Moacy Cirne disse...

Ventos, virações, ventanias
com poesia ou sem poesia:
cercanias.

/ Abraços /

nina rizzi disse...

caraca, assis, olha o que me saiu ontem à noite:

fuga pra carnaúbais
nina rizzi

em meio à comigo-ninguém-pode
me nasceu um ramo, enorme e verdescente.

umas horas, e floresceram pequeninas flores brancas,
qual a murta que adora balouçar cheiros.

umas horas, e que judiação:
findou, findou completamente seca em sua beleza,
a dos que nascem, cheiram, balouçam
e morrem, sem se alargar.

e só mais uma saudade.

adorei, valeu.
hm, "oyá, oyá, levanta a saia pra ver o vento soprar..."

cheiro, menino.

Jorge Pimenta disse...

Como sabe bem espreguiçar-me na tua poesia...
Um abraço!

dade amorim disse...

Uma delícia de ventanias, Assis.

Gerana Damulakis disse...

Realmente seus poemas estão sob um manto de beleza. As metáforas mais pungentes, as palavras escolhidas entre as mais belas.

Mai disse...

Indômitos, os ventos e as paixões.
Abraços, Assis