quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

135 - A outra ponte

Vaguei entre o nada
e o impossível
e
não fiz atalhos,
mantive-me para ti
oh musa impassível

4 comentários:

CANTO GERAL DO BRASIL (e outros cantos) disse...

Assis,
"Entre o nada e o impossível", eis aqui donde advém miraculosamente toda a poesia, só porque o poeta não faz atalhos e mantém-se puro para a musa impassível. Grandiosíssimo poema, Assis. Verdadeiramente, a outra ponte.

Abraço de admiração (e inveja...),
Pedro Ramúcio.

Lou Vilela disse...

Silêncios de pontes inspiram. ;)

Bjs

Mai disse...

E entre os vales e os vãos - o amor e a poesia.
Cheiros, poeta.

Gerana Damulakis disse...

Bom, bom mesmo.