sexta-feira, 18 de junho de 2010

249 - Cantata e epifania

Cavalgo intempéries na lavra do verso
No dorso viscoso das tuas madrugadas
Onde mãos febris respiram teus jasmins

17 comentários:

Luiza M. Nogueira disse...

me veio o aroma doce do jasmin. poema aromático das flores e cavalgadas na garoa/chuva/tempestade/sóis/climas dos versos.

bjs.

Zélia Guardiano disse...

Ai, Assis, a lavra do teu verso... Lindo!
Grande abraço!

Everson Russo disse...

Quantas e quantas madrugadas são cantadas e musas dos poetas....abraços amigo e um belo final de semana.

Tania regina Contreiras disse...

Mãos ardentes e cheiro de jasmin...que belo! E morreu o Saramago, né, Assis? A morte de uma figura assim parece impregnar tudo. Talvez de Jasmin, não sei...

Abraços,
Tania

Lara Amaral disse...

A imagem do cavalgar, do dorso, da febre... todas elas me perseguem, basta lê-las aqui.

Abraço.

Vanessa Souza Moraes disse...

Febris.

Eis uma de minhas palavras favoritas.

Gosto mais dos girassóis. Embora, jasmins cheirem melhor.

Mirze Souza disse...

Assis!

A epifania pós cantata, deve curar as mãos febris.

Salve, poeta!

Belíssimo!

Beijos

Mirze

Lou Vilela disse...

Mãos impregnadas cavalgam e transbordam versando com mestria. ;)

Beijos,
Lou

Batom e poesias disse...

Poeta com cerne sensual até no ofício de escrever.
Lindo!
bj
Rossana

Mai disse...

Foi fácil imaginar a cena.
Mas por agora convém que eu feche os meus olhos.(risos)


cheiros

Wilson Torres Nanini disse...

Dos jasminas vasculhados com mãos ardentes, ao rastro de perfume que o verso deixa na saída, poema, madrugada e amor se entrelaçam.

Abraços!

Jorge Pimenta disse...

o verso-arado, o verso-alvorada, o verso-mulher, o verso-poema.
um abraço, assis!

Nydia Bonetti disse...

verso madrugada flor tudo tão bonito e perfumado por aqui, sempre... bjo, assis.

Mulher na Polícia disse...

Respiro os teus versos... e viajo na cena.
Bjo, poeta.

nina rizzi disse...

em tuas cantáteis madrugadas,
epifanizas, jazz
mim.

te beijo.

Gerana Damulakis disse...

Belo.

Márcia Cristina Lio Magalhães disse...

"No dorso viscoso das tuas madrugadas..."

Lindíssimo é pouco...

abraços...