domingo, 27 de junho de 2010

258 - a poesia, o mote e o pote de ouro

Estaríamos sobre as nuvens, soberbos
Não ensebados em vilezas e miudezas
Acaso não fossem caras as máscaras
Com que se enxaguam nuas silhuetas
De tantos através em nós atravessados

16 comentários:

ryan disse...

no high society
rabos presos
e tripas feitas coração.

nina rizzi disse...

estaríamos longelonge da rua capitu.
beijos.

Zélia Guardiano disse...

Ah, se fossem baratas as máscaras... Carnaval de 365 dias... E nada de quarta de cinzas: sem arrependimentos!
Grande abraço, grande Assis...

Everson Russo disse...

Interessante e profundo,,,abraços..

Ana SS disse...

Ah, viva as máscaras caras! Senão seríamos inundados...ainda mais...de falsos personagens

Júlio Castellain disse...

...
Parabéns, meu caro Assis.
Bela construção.
Abraço.
...

Fabrício Santiago disse...

Olá, desculpe invadir seu espaço assim sem avisar. Meu nome é Fabrício e cheguei até vc através do blog seara de versos. Bom, tanta ousadia minha é para convidar vc pra seguir meu blog Narroterapia. Sabe como é, né? Quem escreve precisa de outro alguém do outro lado. Além disso, sinceramente gostei do seu comentário e do comentário de outras pessoas. Estou me aprimorando, e com os comentários sinceros posso me nortear melhor. Divulgar não é tb nenhuma heresia, haja vista que no meio literário isso faz diferença na distribuição de um livro. Muitos autores divulgam seu trabalho até na televisão. Escrever é possível, divulgar é preciso! (rs) Dei uma linda no seu texto, vou continuar passando por aqui...rs



Narroterapia:

Uma terapia pra quem gosta de escrever. Assim é a narroterapia. São narrativas de fatos e sentimentos. Palavras sem nome, tímidas, nunca saíram de dentro, sempre morreram na garganta. Palavras com almas de puta que pelo menos enrubescem como as prostitutas de Doistoéviski, certamente um alívio para o pensamento, o mais arisco dos animais.


Espero que vc aceite meu convite e siga meu blog, será um prazer ver seu rosto ali.


Abraços

http://narroterapia.blogspot.com/

Lara Amaral disse...

Nem a nuvem mais carregada dissiparia as sensações desses versos; a mais leve só os carregaria para longe da chuva.

Grande abraço, poeta.

Mirze Souza disse...

O pior é que esse pote de ouro fica no fim do arco-íris. E há tantos através atravessados!!!!

Lindo demais, Assis!

Beijos

Mirze

dade amorim disse...

O pote de ouro espera, enquanto os através se atravessam.

Abração, Assis.

Jorge Pimenta disse...

não estamos nas nuvens porque as máscaras são rostos...
onde estaremos, então, quando nos converncermos de que os rostos são máscaras?...
um abraço, poeta amigo!

Tania regina Contreiras disse...

São caras as máscaras...Caríssimas, eu diria.
Abraços, Assis

Andrea de Godoy Neto disse...

Assis, lendo esse poema lembrei-me de Gibran:
"(...) Pela primeira vez o sol beijou minha face nua, minha alma se inflamou de amor pelo sol. Não desejei mais minhas máscaras.(...)"

que o sol possa beijar nossas faces, que sejam sempre nuas...

abraço grande pra ti

Everson Russo disse...

Uma super semana pra ti amigo...abraços.

Gerana Damulakis disse...

E q título: show, de novo!

Mai disse...

Um delicioso céu numa lua de mel.

cheiro