terça-feira, 26 de abril de 2011

565 - ária para contralto e tenor sob esquiva luz

a borda do copo ainda é seiva
por onde bailaram lábios teus
liquido de mais puro assovio
quando a brisa se faz parceira
e delimita o meu olhar gasoso

23 comentários:

José Sousa disse...

Muito lindo este seu poema amigo Assis!

Uma bela semana.

Everson Russo disse...

Delirio e prazer num cenario de amor,,,abraços de bom dia.

Cris de Souza disse...

bor-bu-lhan-te!

beijo, mestre.

Cris de Souza disse...

ah, bom diaaaaaaaaaaaa!!!

Zélia Guardiano disse...

Lindo, lindo, Assis!
...onde bailaram os lábios seus...
Só isto já seria demais...
Abraço, querido!

J.F. de Souza disse...

é agradável de se ver, é agradável de se ouvir, é agradável de se sentir.

Maria Andrade disse...

eu espero q vejam assim, de forma poética, minha relação de amor com os copos.

Van disse...

coisas vitais
líquidos que matam sedes

Beijos Assis

Luiza Maciel Nogueira disse...

quando junta lábio e brisa é delírio poético. Só podia ser Assis, lindo lindo :) beijo.

Bípede Falante disse...

Um olhar gasoso deve ser de levitar o corpo :)
Adorei!
beijos

Batom e poesias disse...

Um olhar gasoso é digno de se ver...

bj
Rossana

Oria Allyahan disse...

Passa, sudoeste;
e tudo leva.
E por que não o gás à seiva?

Imagens belíssimas!

OA

^^

Analuz disse...

Olhar gasoso...

adorei a construção!

Beijinho bailante, Assis!

MIRZE disse...

ASSIS!

Essa seiva....esse assovio....esse olhar gasoso.... (um dia vou saber o que é isso.)

Beijos, poeta MIL!

Mirze

Jorge Pimenta disse...

copos assim nem em veneza :)
abraço sólido, poeta de recursos infinitos!

Rejane Martins disse...

aqui pra te dizer que teus últimos poemas estão/são lindos.
...e quem já não foi criança em beira de taças cristalinas na busca do puro assovio, como no La Nave Va, de Felini.

dade amorim disse...

Poeta a quem tudo inspira.
Beijo, Assis.

Ingrid disse...

tão grave e tão leve..
beijos Assis..

Tania regina Contreiras disse...

Poeta Assis, esse olhar gasoso é de tirar o sono pensando nele...

Beijos,

Celso Mendes disse...

Delirantemente belo. Onde estaria o limite do olhar gasoso do poeta? (acho que não há limite).

Abraço!

Eder Asa disse...

Entre apogeaturas e vibratos. Eu peço ritornelo!

Ira Buscacio disse...

Assis querido,

Borbulhas no nariz e no peito.
Bjão

Eurico disse...

Uma ária delicadamente assoviada por um lírico casal.

Dá para ouvir a melodia...