quinta-feira, 28 de abril de 2011

567 - Canção para o improvável caminho das algas

Ela cultivava o olhar pleno de silencios
Esculpido na face de vertigem e sombra
Nenhum movimento impingia desconcerto
Nem mesmo o agudo tinir das espadas
Que ainda se digladiavam em seu peito

15 comentários:

Sam. disse...

os olhos mentem dia e noite a dor da gente...

Um beijo, Assis!

Van disse...

Enquanto dilacerada, olhos brandos face serena. Difícil

Beijos Assis

Sam disse...

o olhar é quadro, emoldurando os pensamentos
alinhando sentimentos por dentro da íris
de algas azuis.

Meu carinho, Assis.
Samara Bassi

Luiza Maciel Nogueira disse...

Assis esse livro precisa sair, tô torcendo!

beijos

Wanderley Elian Lima disse...

A isso dou o nome de altivez.
Abraço

Eurico disse...

Poesia... esse é o nome que se esconde entre os silêncios.

Abç, poetamigo.

Márcia Cristina Lio Magalhães disse...

"Nem mesmo o agudo tinir das espadas..."

Tua poesia é afiada meu amigo, corta o peito, sangra genialidade!

Um abraço...

Sandra Botelho disse...

E no silencio daquele olhar , tantos gritos se calavam...Beijos achocolatados

Lara Amaral disse...

A face estática, posta em moldura. O peito a ferver e a derreter a tinta a óleo.

Lindo!

Zélia Cunha disse...

Assis, são lindos os teus poemas. Conseguirás com certeza alcançar tua meta, pois a cada instante a vida nos brinda com uma nova poesia.
Um abraço.
Zelia

MIRZE disse...

ASSIS!

Os silêncios são assim ´pleno de metáforas, incompreensíveis à olho nu.

Beijos, poeta MIL!

Mirze

teca disse...

"Caminho das algas"... que pleno...

Beijo.

Jorge Pimenta disse...

deambulações de lâmina afiada e procelas do peito.
abraço em forma de cunha!

Ingrid disse...

angústia em letras tuas.. pleno!
beijo.

Ingrid disse...

angústia em letras tuas.. pleno!
beijo.