sábado, 30 de abril de 2011

569 - canção de brisa benfazeja

se na palavra penso
por ela me dou salvo

existência que baste
ponte pênsil da frase

às vezes me doo tenso
cedo calo e me canso

assim repetido o canto
assim calmo o remanso

23 comentários:

Jorge Pimenta disse...

as palavras assobiam em brisas ariscas que não conhecem a rosa-dos-ventos; o cérebro, encantado, dança, com sapato negro e lábios vermelhos.
abraço!

AC disse...

A palavra é matéria-prima inesgotável...

Abraço

Raquel Amarante disse...

Benfazeja mesmo...
Chega até aqui no interior de Minas - serena e bela...

BjO

Luiza Maciel Nogueira disse...

as palavras soam como a brisa na face, um leve ressoar das imagens nos olhos. uma bela canção feita de nuvem.

bjs

Fred Caju disse...

A palavra tem uma dívida com você por todos esses poemas, caro!

Cris de Souza disse...

bem me faz te ouvir.

beijo!

Everson Russo disse...

E que esse canto seja remanso da alma aflita...abraços de sabado pra ti.

Sam disse...

Faço da palavra o meu bote salva-vidas.
Minha mão no escuro.
Visto-a e me sangro nessa verborragia, acima de tudo, anticoagulante.

Digo e repito!

Meu carinho, Assis.

Ingrid disse...

canção de existir no verso..
sempre!
beijo poeta.. bom findi..

Celso Mendes disse...

canção de acalantar palavras...

beleza!

abraço!

Van disse...

a palavra salva-nos sempre, essa que sai dos dedos, a da boca as vezes mata

Bom fim de semana, Assis

Blog do Pizano disse...

a vida não nos basta mesmo

mas com poemas assim ela fica mais redonda

abs

teca disse...

Eternas palavras... o sentir é infinito!

Um beijo.

Rejane Martins disse...

em voo livre nos espaços da tua dita,
na transitividade indireta do verbo calar.

Wanderley Elian Lima disse...

Olá Assis
Pensar através da palavra escrita, é pensar duas vezes.
Grande abraço

O que Cintila em Mim disse...

Vc é inesgotável como o ar.

Analuz disse...

A palavra é isca...
Bom quando a salvação a morde
e nos sacia...

Beijinho encantado,Assis!

Lídia Borges disse...

A palavra que se faz ave, antes foi pedra e voltará a ser pedra, e de novo, voará...
Nem o voo se repete nem o poeta descansa.

Um beijo

Oria Allyahan disse...

Adoro ser escrava das palavras...!
É uma tortura boa!!

^^

OA

Abs.

Anna Amorim disse...

Teus poemas revelam palavras salvam!

Beijos com a admiração de SEMPRE,

Márcia Cristina Lio Magalhães disse...

"Ponte pênsil da frase..."

As letras não lhe bastam Assis...

Um beijo amigo!

Mai disse...

E que esta seja a brisa que sempre nos sopre e nunca nos falte.

você é necessário, é um porto.

fica bem!

MIRZE disse...

ASSIS!

A palavra é salva~]ao para muitos. Brisa e fortaleza.. Pense nisso. A sua é.

Beijos, poeta MIL!

Mirze