domingo, 12 de junho de 2011

612 - Sobre as desmedidas da essência de argila e aço VIII

VIII

Aquietou-se o malmequer de florir
Terreno todo feito para espasmos
Lacinia, sépala, calêndula

Marcam-me horas e maravilhas
Odores premonitórios e água viva
Para ser hábil na língua do pássaro

9 comentários:

Catia Bosso disse...

Mal-me-quer. Bem-me-quer. Fofo isso!

bj.

Everson Russo disse...

Aquietou se o malmequer de florir,,,isso é forte,,,abraços de boa semana.

dani carrara disse...

ano passado tinha lavanda aqui em casa. a lavanda morreu, os escorpiões chegaram. dizem que a lavanda espanta escorpião.

mas agora minha casa cheira calêndula, não sei pq...

ciranda é um bálsamo
travo um traço para
tem tempo


brigada pelos coments

abraço.

Tania regina Contreiras disse...

Odores premonitórios...que bárbaro isso. Versos aromáticos, segui o rastro. Belo, belo, Assis!
Beijos,

teca disse...

Seus versos são bálsamo que movimenta o corpo...
Um beijo.

Márcia Cristina Lio Magalhães disse...

"Para ser hábil na língua do pássaro..."

Tu é o pássaro!

bj.

Luiza Maciel Nogueira disse...

cheia de poesia essa língua de pássaro :)

beijos

dade amorim disse...

Hábil na língua do pássaro você já é há muito, Assis.

Beijo.

Ingrid disse...

a leveza dos teus versos perfumam..
beijo Assis..