quarta-feira, 22 de junho de 2011

622 - Repente enluarado para armas brancas

p/Marcantonio

Esgrima, alfanje, cutelo ou faca
A lâmina incita o risco
Em vão verga o aço na palavra
Que a si carrega engenho e carne

Pelo fio deslizam anelos
No manejo singelo do compasso
Em que pairam os arremessos
No espaço curto e convexo do medo

15 comentários:

Angélica Lins disse...

A arma branca mais poderosa que conheço é a palavra. A palavra quando usada para ferir, corta feito navalha.


Já as tuas, me fazem levitar.

Beijo

Wanderley Elian Lima disse...

Não importa a arma. O medo comanda as ações.
Abraço

Everson Russo disse...

O medo é uma presente em quem ama...abraços...bom dia.

Ingrid disse...

a palavra pode ser pior que a lâmina..
beijo poeta querido..

Rosi Alves... disse...

Bom dia!Amei mais que amor.

Analuz disse...

O fio da palavra é mais amolado que qualquer lâmina...

Beijinho de quarta-feira e bom feriadão!

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Grata pelo sorriso deixado no Luz!

Celso Mendes disse...

E cortou-se o branco em palavras e versos.

Abraço!

Mirze disse...

Esse "repente" enluarou-me!

Beijo

Mirze

CANTO GERAL DO BRASIL (e outros cantos) disse...

Assis,
O Marcantonio merece as "brancas armas" que lhe ofereces, sem nenhum medo eu digo...

Abraço deste fã do afã dos dois,
Pedro Ramúcio.

Débora Andrade disse...

Tem selinho para você no Selos & Afagos do meu blog. :)

Ah, indico:
http://acaciaazevedo.blogspot.com/
Ótimo conteúdo. :D

Beijos,
Débora.

Jorge Pimenta disse...

porque há momentos e rostos que merecem a eternidade que só as palavras, na sua fragilidade material, asseguram.
abraço!
p.s. belísisma a homenagem que eu próprio já tinha conferido no blogue da cris.

Eder Asa disse...

O reflexo da lâmina, não é o mesmo do espelho. Fique certo.
Afiado, Assis!

Abraço...

Cris de Souza disse...

sabes que adorei, né!

dade amorim disse...

Linda homenagem, Assis!
Beijo para os dois.

LauraAlberto disse...

também tive a oportunidade de participar na homenagem ao Marcantonio e li lá este teu poema maravilhoso
se eu fosse o Marcontonio havia de perder o folego, de tantas as vezes queo iria ler
Beijo
Laura