quinta-feira, 7 de julho de 2011

637 - sobre o conteúdo da fala no dorso da manhã

as águas vivas inauguram o solo de maresia
eu devaneio margaridas e cavalos marinhos
sob a capa de uma estrela respinga meu suor
quem em vagas divagam são os pintassilgos
teço loas para o incandescente raio da manhã
atônito o lagarto desdenha dos meus passos

9 comentários:

Everson Russo disse...

Mas firmes serão esses passos em frente pela vida...abraços de bom dia.

Analuz disse...

Minha voz acordou hoje no lombo do silêncio...

Beijinho de quinta-feira ensolarada,poeta Assis!

Ingrid disse...

belo amanhecer..
um lindo dia..
beijos

Batom e poesias disse...

Devanear margaridas e cavalos marinhos parece-me uma experiência "lisérgicamente" surreal.

Bonito de tudo.
:)
bjs

Rossana

Luiza Maciel Nogueira disse...

que espanto esse poema! bjs

MIRZE disse...

Assis!

Nunca tinha visto (sentido) uma manhã com um dorso tão pleno.

Assustadoramente belo!

Beijo, poeta

Mirze

Tania regina Contreiras disse...

Assis, querido, recebeu minha mensagem no FB? Responda lá no e-mail ou no face...
Beijo,
Tania

LauraAlberto disse...

consigo voar nas costas deste teu cavalo alado

Beijo
LauraAlberto

Jorge Pimenta disse...

acabo de encher o peito com o ar que deixas escoar deste teu poema!
abraço em respiração renovada!